O governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico está em fase final de negociação para a vinda de mais uma grande cervejaria para a cidade de Alagoinhas, que hoje é considerada  a capital da cerveja  e sede de um dos maiores polos de bebidas do país.

Trata-se da Cervejaria Cidade Imperial, de Petrópolis, que produz uma das cervejas mais apreciadas do pais e pretende investir R$ 1,2 bilhão na construção de uma fábrica de cerveja, cerveja puro-malte, energéticos e outros produtos  com a criação de 350 empregos.

O secretário e vice-governador João Leão está empenhado em fortalecer o Polo de Bebidas de  Alagoinhas, onde já estão instaladas o grupo Kirin Brasil, comprado pela Heineken, e o grupo Petropólis, da Cerveja Itaipava, além de várias indústria de refrigerantes.  

” Vamos ampliar os investimento no polo de bebidas de Alagoinhas e atrair novos investimentos. Apesar da pandemia, a Bahia segue crescendo, atraindo investimentos e ampliando sua capacidade produtiva. Recentemente, assinamos  o protocolo para a reabertura da Fafen que vai dinamizar o setor industrial e o agronegócio e novos investimentos em vários segmentos estão sendo negociados.  A Bahia continua crescendo e gerando emprego para a população”, disse o vice-governador.

A Cervejaria Cidade Imperial sediada em Petrópolis foi fundada em 1997 pelo tetraneto de D. Pedro II, Francisco de Orleans e Bragança  e é proprietária das  Cerveja Império,  Cerveja Cidade Imperial e o Energético Dopamina.

Foto: divulgação

Fonte: Bahia Economia

2 Comentários

  1. Mais uma fábrica na cidade, e a mesma não se desenvolve, andando igual a caranguejo, cidade atrasada, reafirmo que se não fosse o comércio estaríamos em pior situação, quem ganha bem nessas fábricas são pessoas de fora, que não gasta o que ganha na cidade, quando vão as compras vão para Shoppings, mão de obra barata deve empregar, salário que só dá para se alimentar e olhe lá.

  2. Eu sou favorável à vinda desta fábrica. No entanto, os governantes poderiam diversificar o setor industrial alagoinhense. Apenas fábrica de bebidas fica saturado.

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