Apesar da votação apertada na noite dessa quarta-feira (22), a maioria dos deputados decidiu transferir o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) de volta para o Ministério da Economia. Dos 228 votos contrários à permanência da pasta no Ministério da Justiça, 24 deles foram de parlamentares baianos. Outros 10 representantes da Bahia na Câmara dos Deputados formaram a minoria de 210 votos favoráveis à mudança, que é vista como uma derrota para o governo e o ministro Sérgio Moro 

Confira abaixo a lista: 

Deputados que quiseram manter o Coaf com Moro 

Abílio Santana 
Adolfo Viana 
Alex Santana 
Antonio Brito 
Bacelar (Podemos)
Igor Kannário
José Nunes 
João Roma 
Otto Alencar Filho
Professora Dayane Pimentel 

Deputados que votaram para manter o Coaf com o Ministério da Economia

Afonso Florence
Alice Portugal 
Arthur Maia (DEM)
Cacá Leão 
Daniel Almeida 
Elmar Nascimento 
Félix Mendonça Jr
Jorge Solla 
Joseildo Ramos
João Carlos Bacelar (PL) 
Lídice da Mata
Marcelo Nilo 
Marcio Marinho 
Mário Negromonte Jr. 
Nelson Pellegrino 
Pastor Sargento Isidório
Paulo Azi
Paulo Magalhães
Ronaldo Carletto 

Também na quarta, a Casa votou um requerimento apresentado pelo PSL para que todas as demais votações relacionadas à reforma administrativa do governo federal fossem feitas em caráter nominal, ou seja, que o voto de cada deputado fosse exibido. Nesse caso, foram 100 votos a favor, 105 contra e 65 abstenções. Considerando apenas a bancada baiana, foram três votos favoráveis, 11 contrários e oito abstenções.

Os apoiadores foram Antonio Brito (PSD); Charles Fernandes (PSD) e a Professora Dayane Pimentel (PSL). Os contrários foram Afonso Florence (PT); Bacelar (Podemos); Cacá Leão (PP); João Roma (PRB); Joseildo Ramos (PT); Marcelo Nilo (PSB); Nelson Pellegrino (PT); Pastor Sargento Isidório (Avante); Ronaldo Carletto (PP); Tito (Avante); e Waldenor Pereira (PT). Já os demais — Daniel Almeida (PCdoB); Jorge Solla (PT); Lídice da Mata (PSB); Márcio Marinho (PRB); Mário Negromonte Jr (PP); Otto Alencar Filho (PSD); Paulo Magalhães (PSD); e Valmir Assunção (PT) — contribuíram para o número de abstenções, o que fez com que a votação não tivesse quórum suficiente.

 

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