Depois de quatro anos e seis dias, o ex-deputado Luiz Argolo deixou no início da noite desta terça-feira (16), o regime fechado.

Condenado, em 2015, a 12 anos e 8 meses de reclusão, por ter recebido propina de empresas fornecedoras da Petrobras, enquanto exercia mandato de deputado, Argolo pediu o parcelamento alegando que preenche requisitos para a progressão de regime fechado para o semi-aberto, mas que não obtém o benefício porque uma das condições é o pagamento dos valores. Argôlo teve bens bloqueados por decisão judicial.

A 12ª Vara Federal de Curitiba negou o pedido e a defesa recorreu ao tribunal. Segundo o relator, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, “deve ser levada em conta a situação econômica do condenado, a fim de evitar o prejuízo de seu sustento familiar e visar a uma real possibilidade de adimplemento”. Gebran ainda apontou, na decisão, que “não é razoável imaginar que, se tivesse condições de adimplir com a multa e a reparação do dano, teria deliberadamente optado por esconder o patrimônio e permanecer recolhido em regime fechado”.

O desembargador salienta, no entanto, que em caso de inadimplência ou alteração da situação financeira de Argôlo, a decisão poderá ser revista e acarretar a regressão do regime.

Hoje (16), o ex deputado voltou para o convívio da família.

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1 COMENTÁRIO

  1. O que eu vejo é que há cada dia os que se diz defender e honra à nossa nação brasileira…são os que mais roubam. …não agravando há todo é claro …..pois ainda existe pessoas onestas nesse mundo ?

Comentários

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