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A ANI – Associação Nacional e Internacional de Imprensa, vem manifestar profundo repúdio e o presente DESAGRAVO em face das “jornalistas” (sic) Berenice Seara e Aline Macedo do jornal EXTRA, as quais, na edição de 12 do corrente, temerariamente e desnecessariamente, denegriram a imagem do profissional e Advogado Criminalista, e Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ANILuiz Carlos Cavalcanti Azenha, tecendo comentários OFENSIVOS por ter ele assumido a defesa de um dos acusados de envolvimento no assassinato da Vereadora Marielle Franco.

Além de denegrirem a imagem, as “periodistas ” ironizaram o referido Advogado, mostrando que fazem da profissão um veículo para fofocas e maldades, sem qualquer compromisso com o respeito à dignidade da pessoa humana.

Destarte uma das principais virtudes que se espera de homens públicos e formadores de opinião é o equilíbrio. É a capacidade de, mesmo num momento de debate e ideias opostas, saber se portar com a dignidade e capacidade de interagir num ambiente democrático e de liberdade.

Estando assim o advogado DESAGRAVADO, protestamos por todos os meios da licitude do exercício profissional do atacado.

Lamentamos muito que “periodistas” (sic) assim continuem em atividade propagando notas que fogem do contexto do jornalismo sério propugnado pelos mais notados e defensores da liberdade de imprensa, que expurga da atividade a pratica de conteúdo deleituoso!

Assim escudado na Lei em vigor:

O artigo 12 da Lei de Imprensa enfatiza a obrigação de reparar, imposta á aqueles que, através dos meios de comunicação, causam danos de qualquer natureza a outrem:

Art. 12. Aqueles que, através dos meios de informação e divulgação, praticarem abusos no exercício da liberdade de manifestação do pensamento e informação ficarão sujeitos ás penas desta Lei e responderão pelos prejuízos que causarem.

Para seus efeitos.

Rio de Janeiro, 12 de março de 2019

ROBERTO MONTEIRO PRESIDENTE ANI

WANDERLEY REBELLO FILHO VICE-PRESIDENTE DA ANI E PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA REPÓRTERES E JORNALISTAS E AFINS

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