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Os moradores, veranistas e turistas estão revoltados com a administração do prefeito de Entre Rios Elizio Simões com o que chamam de descaso com o local. Com uma extensão de praia de mais de 20 km, Subaúma só tem dois salva-vidas para atender a milhares de banhistas.

Na última sexta-feira, uma veranista de Alagoinhas morreu afogada na praia da Barra, após tentativa de salvador sua filha de 8 anos. Célia de Santana Souza, 39 anos, moradora de Alagoinhas, estava tomando banho, quando sua filha começou a se afogar.

Na tentativa de salvar a filha ela acabou se afogando. Grávida, a veranista nem teve tempo de ser socorrida. Segundo moradores e salva-vidas voluntários, os dois salva-vidas não estavam no local na hora do afogamento da veranista.

A PM apareceu no local logo após o afogamento, mas não é função da Polícia Militar e sim da equipe de salvamento, disse um dos voluntários. Eles querem reativar uma associação que já treinou dezenas de voluntários e voltar a atuar no salvamento de banhistas.

Para isso, disse José César dos Santos, “precisamos de apoio, de incentivo e equipamentos que nos auxiliem no salvamento dos banhistas”, disse ele à nossa reportagem.

FONTEGazeta dos Municipios
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5 COMENTÁRIOS

  1. Até quando isso vai acontecer em subauma ? Em menos de 1 mês duas mortes por afogamento da mesma forma pais tentando salvar seus filhos e perdendo suas vidas acorda prefeito

  2. Vergonha para essa administração , pessoas que estão perdendo suas suas vidas por descaso, prefeito coloca mais Salva vidas é diminui o número de cargos comissionados!!!!!

  3. Nada contra Futebol tantos Estádios construídos na copa do mundo para ver o Brasil perder e a saúde a segurança os Brasileiros a mercê de tudo que não presta…. Eu conhecia a Célia deixou uma filha esposo amigos parentes era querida por todos….Acorda Brasil

  4. Incompetência falta de amor,,,,o que vale uma vida nada será que vc prefeito gostaria de saber que seu filho (a) morreu afogado por falta de salvar vidas…..acho que não e a dor de uma mãe um filho uma família a perder seus entes queridos por negligência da prefeitura e também da saúde por não ter médicos suficiente pro atendimento de todos isso não e uma vergonha e uma safadeza uma descaração de vcs bando de incompetentes

  5. Afogamento em Subaúma. Quantos mais devem morrer para que o Governo Municipal priorize a vida?

    Tanto se falou sobre a tragédia ocorrida na sexta-feira, dia 18/01 deste ano, mas nada se falou de uma outra tragédia ocorrida em 31/12 do ano passado. O que essas datas tem em comum? Afogamentos seguidos de morte, as quais deixaram filhos órfãos e deixaram suas famílias dilaceradas. Então entendam a verdade dos fatos pela ótica que quem esteve presente em ambos acontecimentos: duas situações onde os pais deram a vida para salvarem seus filhos, fatos que poderiam ser evitados se a Prefeitura de Entre Rios e a empresa prestadora de serviços de segurança aquática estivessem cumprindo seus papéis, pois, há muito tempo vêem negligenciando a probabilidade de acontecimentos dos fatos, na medida em que só disponibilizam os profissionais, salva vidas, nos fins de semana e ainda sim numa quantidade insuficiente para a cobertura de toda extensão praiera. Mas, não se assustem com esses dois fatos, os números seriam bem piores se moradores, pescadores e surfistas de Subaúma não já tivessem resgatado com êxito vários banhistas desde o início dessa administração desastrosa. Enfim, voltando aos dias 31/12 e 18/01, no primeiro a equipe que trabalha no Nanö prestaram os primeiros socorros na praia, após a vítima ser retirada da água por banhistas, infelizmente o mesmo não resistiu e veio a óbito. No segundo episódio, consequentemente mais crítico, pois, trata se de um duplo afogamento a equipe do Nanö participou ativamente do fato, na medida em resgatou as duas vítimas e prestaram primeiros socorros com a ajuda de banhistas que ali estavam. Portanto, em nenhum momento pode se notar a presença das autoridades competentes no local e nenhuma ação por eles desenvolvida. Então, não foram as autoridades (in)competentes que ali não estavam, mas, a ação de Ari, Tiago, Robson, Fabrício, Cleilton, Geovane, Alefe, Carlos e outros banhistas solidários que se dispuseram a ajudar. Além disso, faz necessário informar que fizemos o resgate sem nenhum equipamento e por pouco não perdemos nossas vidas, pois, as condições do mar estavam muito difíceis, mas, em nenhum momento desistimos de salva -las. Então autoridades (in)competentes parem de tentar justificar a ingerência de vocês é tomem medidas cabíveis para que as férias de outras famílias não acabem em tragédia e nem ir outros filhos fiquem órfãos como esses acima relatados.

    Atenciosamente,

    Tiago

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