Divulgação/ SSP-BA
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O Exército teve 13.863 munições roubadas e furtadas no ano passado, das quais 45,5% não foram recuperadas.

Segundo reportagem do jornal o Globo, o arsenal é composto por balas de calibres pesados: 7,62 mm, para fuzil; 9 mm, usadas em pistolas e submetralhadoras; e .12, comum em espingardas.

O volume de desvios em 2017 é um ponto fora da curva nos últimos anos. De 2014 a 2016, houve apenas 178 projéteis furtados ou roubados do Exército. Neste ano, foram 29 cartuchos.

As informações constam de ofício do próprio Exército endereçado ao gabinete do deputado federal Chico Alencar (PSol-RJ) como resposta a um requerimento de informação feito pelo parlamentar. Questionado pelo GLOBO sobre a razão do salto expressivo em 2017 no número de munições roubadas e furtadas do seu próprio acervo, o Exército disse que os órgãos de segurança pública é que devem ser procurados.

Para o parlamentar, os números são “alarmantes” e preocupam ainda mais por apontar o problema dos desvios dentro da organização responsável por fiscalizar os produtos controlados no país e que tem grande tradição de rigor nos procedimentos internos.

FONTEbahia.ba
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