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O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (MDB), voltou a fazer críticas ao governo estadual por conta da construção da Policlínica Regional na cidade. Ele acusou o governo de supostamente ter investido em “pirotecnia partidária em ano de eleições” e fazer “alarde” ao inaugurar as policlínicas.

A polêmica envolvendo o prefeito e a construção da unidade de saúde começou antes mesmo da licitação para as obras, em dezembro do ano passado, quando ele afirmou que a policlínica não interessava ao município. A questão virou um impasse e terminou com um acordo para a construção.

No comunicado enviado à imprensa nesta quarta-feira (26), Gusmão também afirmou a gestão municipal investirá na Políclinica Centro Municipal de Atenção Especializada (CEMAE) e na ampliação da rede credenciada pela prefeitura, em lugar de aderir à policlínica regional do Estado.  Segundo ele, o modelo de policlínicas não tem “resultados concretos para a população”.

“As inaugurações das policlínicas de Jequié e Guanambi aconteceram em ritmo de campanha eleitoral fora de época, verdadeiros showmícios, com shows milionários de Luan Santana e Aviões do Forró”, acusou Gusmão.

“Mas os resultados, como o de Feira de Santana, por exemplo, não são satisfatórios. Em conversas com o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, Gusmão foi informado que os resultados levaram o prefeito Colbert Martins a suspender o repasse mensal de R$ 215 mil a policlínica da cidade. Em Feira o consórcio reúne 28 prefeituras e apenas 7 estão pagando”, diz o prefeito de Conquista.

Construção da Policlínica – A construção da policlínica foi autorizada pelo governador em visita à cidade de Vitória da Conquista, em abril deste ano. Segundo o governo, o equipamento contará com investimento de R$ 22,6 milhões e oferecerá atendimento em 18 especialidades.

A policlínica contará com salas de atendimento ambulatorial, apoio diagnóstico e terapia (raio x, ultrassonografia, tomografia, mamografia, ressonância magnética, endoscopia, ergometria, eletrocardiograma, ecocardiograma, eletroencefalograma), sala para tratamento de diabéticos e coletas laboratoriais, e uma sala para procedimentos ambulatoriais, apoio técnico e logístico.

Até à época da autorização da construção, 28 municípios faziam parte do consórcio de saúde que utilizaria os serviços da policlínica. A unidade deve atender à demanda de 648 mil baianos das seguintes cidades: Vitória da Conquista, Anagé, Barra Da Choça, Belo Campo, Bom Jesus Da Serra, Caatiba, Caetanos, Cândido Sales, Caraíbas, Condeúba, Cordeiros, Encruzilhada, Ibicuí, Iguaí Itambé, Itapetinga, Itarantim, Macarani, Maetinga, Maiquinique, Mirante, Nova Canaã, Piripá, Planalto, Poções, Presidente Jânio Quadros, Ribeira Do Largo e Tremendal.

FONTEbahia.ba
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