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A abertura oficial do Novembro Negro ocorreu com roda de conversa e apresentações culturais no Terreiro Ilé Axé Ajunçun, comunidade do Jambreiro.

Para marcar o Dia da Consciência Negra em Alagoinhas, a Secretaria de Assistência Social(SEMAS), por meio da Diretoria de Reparação Racial , Coordenação de Políticas Públicas para as Mulheres e em parceria com o Conselho Municipal de Desenvolvimento da Comunidade Negra Afrodescendente e UNEB, preparou uma programação especial para o 20 de novembro, no estacionamento da prefeitura. A festa, que vai contar com a participação da Farmácia Verde do Cangula e dos povos de terreiros, tem início às 8h, com a abertura oficial seguida pelas apresentações de Lucas, Gogó de Ouro, dos grupos de capoeira Centro Cultural, Manhas de Bambas e Sonhos de Jackie-Chan, dos grupos de samba de roda Resgate e das comunidades de Oiteiros, Catuzinho e Tombador, além das participações dos grupos Dance is Life e Rap Coletivo Petrolatividade.

Para enriquecer ainda mais a programação, às 11h será exibido o Documentário “Quilombo: Onde a História Resiste”, produzido pela Secretaria Municipal de Comunicação(SECOM).

O Dia Nacional da Consciência Negra, feriado municipal em Alagoinhas, foi instituído em 1978, como forma de homenagear Zumbi dos Palmares, morto em 1695 e considerado o mais importante líder do Quilombo de Palmares (AL), maior e mais importante comunidade de escravos fugidos, com população estimada de mais de 30 mil pessoas. Em 1971, o 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez no Brasil.

Novembro Negro

Com o tema geral: “Rompendo o silêncio que nos torna invisíveis”, em Alagoinhas, as atividades alusivas ao Mês da Consciência Negra (Novembro Negro) já acontecem desde o dia 05 e seguem até o dia 30 , com uma ampla programação (confira aqui: https://goo.gl/rgj5we), que até o momento já contou com palestras, rodas de conversa, feiras de serviços e apresentações culturais em terreiros, comunidades quilombolas,  Câmara de Vereadores, Salão Verde da Prefeitura, UNEB, entre outros locais.

“Esta é uma programação plural, de todas as gentes, em prol da igualdade. A intenção é levar para toda a cidade a celebração das nossas raízes, da nossa identidade, valorizando a cultura, a expressividade artística e religiosa”, afirma o secretário da SEMAS, Alfredo Menezes.

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