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A Bahia é o segundo estado com maior número de cubanos em atuação pelo programa Mais Médicos, de acordo com levantamento do G1 desta quinta-feira (15).

São 822 cubanos trabalhando atualmente em toda a Bahia. São Paulo lidera a lista, com 1394 médicos de Cuba.

O governo de Cuba anunciou a retirada do programa na quarta-feira (14), citando “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro à presença dos cubanos no Brasil.

O estado de São Paulo tem 16% dos cubanos entre todos os médicos. A Bahia, quase 10%. Os dois estados devem perder a maior quantidade absoluta de profissionais, embora a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e o Ministério da Saúde ainda planejem fazer um relatório do impacto no Brasil.

Não necessariamente os paulistas e os baianos deverão sofrer mais com o fim do programa, de acordo com a reportagem. As regiões Norte e Nordeste já apresentam uma menor quantidade de médicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um dos motivos da criação do programa em 2013.

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