Quase 2 anos de gestão, IDEB abaixo da meta e ano letivo comprometido na educação municipal de Esplanada

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Se encaminhando para a metade do seu mandato, a gestão do prefeito Franco de Aldemir (PRB) não conseguiu bons resultados com assuntos relacionados a educação do município de Esplanada, segundo o termômetro da população e dos professores do município.

Em 2017 as recorrentes paralisações dos professores municipais já davam o tom de desconforto com a gestão. Pois além das denúncias durante o ano sobre a falta de merenda escolar, falta do boletim nas salas de aulas, escolas que não tinham professores e problemas com o transporte escolar, inclusive na Região da Praia. 

2018 não foi diferente, mesmo com a saída de Idelvan Reis que era o titular da pasta e foi substituído pela professora Josefa Isabel, que tomou posse no dia 07/05/18, as manifestações na busca do reajuste salarial para a categoria ganhavam corpo e virou tema semanal da pauta na Câmara Municipal, inclusive com a participação maciça dos professores nas sessões. Mas o desfecho não foi positivo para a categoria, que teve a contribuição sindical cortada pela prefeitura, muitos dos professores que aderiram a greve, tiveram seus salários cortados e muitos relatam que até hoje esses valores não foram devolvidos, culminando com mais de 50 dias de paralisação que compromete diretamente o ano letivo dos alunos do ensino municipal.

O IDEB de 2017 foi abaixo da meta, principalmente comparado com o município de Acajutiba.

Mesmo com todas as solicitações feitas durante 2017 e 2018 pelos vereadores Gilson Lima (PSL), Ronan Grisi (PMDB) e Marcos do Mulungo (Podemos), a secretaria de educação nunca enviou oficialmente uma resposta sobre à aplicação das verbas federais, as despesas com transporte escolar entre outros temas relacionados a educação.  

Ouvimos alguns professores sobre o impacto dessa relação entre gestão municipal x educação, e a grande maioria dizem que infelizmente o ano de 2018 também ficou comprometido por conta de todos os aspectos relatados na matéria.

“Não adianta tapar o sol com a peneira, por mais boa vontade que o professor tenha dentro da sala de aula, o ano fica prejudicado sim.” Disse uma das professores que entrevistamos.

FONTE: Esplanadagora / Fonte IDEB: QEdu

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