Prefeitura de Alagoinhas realiza ação integrada da Comissão de Combate à Dengue na região do Cachorro Magro e na Praça Kennedy

Publicidade 2

Após registrar altos índices de infestação do mosquito vetor nas regiões do Cachorro Magro e da Praça Kennedy, e depois de realizar intervenções no Barreiro de Cima e na Baixa da Candeia, onde foram notificados terrenos baldios com inadequações, a Comissão de Mobilização, Prevenção e Controle da Dengue promoveu, nesta quarta-feira (17), uma ação integrada com representantes das secretarias municipais.

“Embora o Cachorro Magro e a Praça Kennedy não tenham sido apontados pelo último Levantamento Rápido de Infestação pelo Aedes aegypti, o LIRAa, nas visitas domiciliares, realizadas a cada 2 meses pelos agentes de endemias, foi verificado um alto índice de infestação e um grande número de casas fechadas na região. Tendo em vista esses dados, nos reunimos e fizemos uma ação interinstitucional, com todas as outras secretarias, porque a gente entende que o programa de endemias, sozinho, não tem pernas para fazer tudo. É preciso um trabalho conjunto e o envolvimento da população para pensar e executar as estratégias de combate ao mosquito”, pontuou Telma Pio da Silva, que integra a Comissão.

Segundo ela, profissionais da Secretaria de Infraestrutura (SECIN), da Secretaria de Serviços Públicos (SESEP), da Secretaria de Assistência Social (SEMAS), da Secretaria de Comunicação (SECOM), da Secretaria de Desenvolvimento e Meio Ambiente (SEDEA), da Secretaria de Saúde e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) se uniram a agentes de endemias, na manhã de hoje, para vistoriar imóveis, orientar a população, notificar os casos críticos e eliminar criadouros do mosquito.

“Visitamos, no Cachorro Magro, uma localidade que tem uma nascente que está totalmente destruída, tentamos sanar alguns pontos, junto com a Comissão. Esperamos que, no retorno, os estabelecimentos que estavam afetando a localidade se adequem, porque é com ações preventivas e conscientização que conseguiremos diminuir os índices”, ressaltou Telma Pio da Silva.

Os profissionais destacaram a necessidade de alertar a população e de chamar a atenção das pessoas para que eliminem a água parada de garrafas, plantas, depósitos, tanques e pneus.

A Comissão enfatizou que, embora o 4º LIRAa, divulgado em outubro, tenha registrado uma redução significativa do índice de infestação na cidade, a métrica de 1,4% ainda está fora do padrão preconizado pelo Ministério da Saúde, e não tira o município da situação de alerta.

A previsão é de que novas intervenções sejam realizadas a partir dos próximos dias na Rua do Catu e no Jardim Petrolar, que também apresentaram registros alarmantes. O trabalho dos agentes de endemias, as visitas domiciliares, palestras educacionais nas escolas e treinamentos seguem sendo realizados de forma contínua no município.

Deixe uma resposta