Saúde do Estado passa a utilizar prontuário eletrônico e sistema informatizado de gestão

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Um acordo assinado na quarta-feira (1) entre a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, permite que os hospitais e maternidades estaduais passem a utilizar, a partir de agora, um sistema informatizado de gestão hospitalar, que inclui prontuário eletrônico e módulos administrativos.

A implantação foi deflagrada nesta quinta-feira (2) no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) e a meta é utilizar todas as funções do prontuário eletrônico até o final desse ano.

O custo de mercado do software é de cerca de R$ 30 milhões, e a partir do acordo, foi desenvolvido e cedido sem ônus pelo Hospital gaúcho. O sistema é o mesmo que vem sendo implantado nos hospitais universitários do país, geridos pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). De acordo com o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, a implantação do prontuário eletrônico representa a concretização de um plano de informatização irrestrita da saúde da Bahia, iniciado em 2015, e denominado Saúde Digital.

A infraestrutura inclui cabeamento de rede e aquisição de computadores, impressoras e conectividade. “Isso permitirá também o acesso remoto dos prontuários, a partir de qualquer hospital ou unidade básica de saúde”, afirma o secretário. O software, chamado AGHUse, é um sistema que permite registrar os processos administrativos, assistenciais e de apoio à assistência de forma integrada.

Com ele é possível padronizar as práticas das unidades de saúde e permitir a criação de indicadores estaduais, o que facilitará a criação de programas de melhorias comuns para todos.

No módulo assistencial, o software contempla o paciente desde a sua entrada na unidade, podendo criar ou não um prontuário eletrônico. Nele é possível especificar as informações clínicas do paciente, englobando todos os atendimentos realizados no hospital, classificados por tipo de informação: internações, cirurgias, exames realizados, procedimentos e diagnósticos. Já a seção de internação contempla gestão de leitos, transferência de pacientes, alta administrativa, entre outros.

Fonte: Política Livre

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