BSC/Copener pela primeira vez na presidência do Sindpacel

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Pela primeira vez, nos 65 anos de existência do Sindpacel (Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose, Papelão, Pasta de Madeira para Papel e Artefatos de Papel e Papelão), uma mulher ocupa a presidência da instituição.

E o feito histórico coube a Sabrina de Branco, gerente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da BSC/Copener. Para nossa empresa, trata-se de uma conquista também inédita, pois é a primeira vez que chegamos à presidência do sindicato.

Eleita por unanimidade, com oito votos, nas eleições do dia 1 de março, em Salvador, Sabrina ocupará o cargo no período de 2018 a 2021. Ela já integrava a diretoria do Sindpacel desde 2015, na posição de vice-presidente. A posse será no dia 4 de abril e a solenidade oficial, em junho. Sabrina ocupará a vaga anteriormente ocupada por Jorge Cajazeira, da Suzano. Também tomarão posse, em sua chapa, Renan Machado, gerente sênior de RH, e Fernando Branco, gerente de Tesouraria da BSC/Copener. Eles ocupam, respectivamente, os cargos de diretor suplente e conselheiro fiscal titular.

Com o objetivo principal de integrar as indústrias de papel e celulose em suas relações com os trabalhadores, governos, órgãos públicos e entidades da sociedade civil organizada, o Sindpacel representa um setor que gera mais de 3.000 empregos diretos e 12.500 indiretos na Bahia, estado que responde por mais de 5% da produção de celulose do Brasil. Importante articulador dos interesses das indústrias de seu segmento junto às esferas governamentais e empresariais, o sindicato possui representação local e nacional em 16 fóruns, dentre eles: Conselho Estadual de Meio Ambiente, Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ) e Federação das Indústrias do Estado da Bahia.

“O Sindpacel tem um papel diferenciado, bastante institucional, atuando especialmente na defesa da sustentabilidade, do desenvolvimento socioeconômico e das melhores práticas corporativas e ambientais. Nosso setor tem um peso enorme na economia do estado, mas ainda enfrenta grandes entraves à sua expansão mais acelerada, como por exemplo, a morosidade no processo de licenciamento ambiental, a carência na infraestrutura logística, especialmente pelas condições das estradas e pouca disponibilidade de portos, além da insegurança jurídica. E é justamente nesses entraves que deve se manter nossa maior atenção, para que possamos unir forças com outras instituições e lutar por melhores condições de impulsionar o crescimento dos negócios de papel e celulose na região e no país”, afirma Sabrina.

Ascom BSC/Copener

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