Depois de assalto a mineradora em Teofilândia, 4° Batalhão emite nota sobre operações em Alagoinhas afim de prender os criminosos

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Foto: Reprodução/Foto do Leitor

A noticia da tentativa de assalto na mineradora Brio Gold, Fazenda Brasileiro/Teofilândia, no fim do domingo (25) de fevereiro, repercutiu em todos os Veículos de comunicação, o momento para os que estavam ali presentes e feitos de refém foi de bastante terror, além de muitos tiros explosões foram registradas por moradores de povoados vizinhos.

O assalto frustrado pelo 16º Batalhão mobilizou uma grande operação policial na área de atuação do 4º Batalhão (Alagoinhas, Aramari, Inhambupe). Cerca de 20 assaltantes atacaram a mineradora com armas de grosso calibre.

Em nota o 4° Batalhão fala das operações em Alagoinhas para prenderem os bandidos.

Após o cerco policial, os bandidos fugiram tomando destino ignorado, contudo na manhã de hoje (26) o Centro Integrado de Comunicação/CICOM Alagoinhas recebeu diversas informações que cerca de 12 indivíduos fortemente armados roubaram veículos nos povoados de Saco do Buri, Volta de Cima e Campo Grande, no município de Inhambupe; posteriormente chegou informação de uma Hilux Branca abandonada no povoado de Riacho da Guia e roubo de veículo na estrada do Gás na cidade de Aramari. Após essas informações guarnições do 4º BPM/Alagoinhas foram deslocadas imediatamente para os locais das ocorrências, juntamente com auxílio da CIPE-Litoral Norte e da 97ª CIPM, além destas contamos com o apoio do Grupamento Aéreo da PMBA/GRAER devido à grande área territorial.

Um dos funcionários que foi feito de refém e obrigado a fazer barreira para proteger os criminosos relatou que viveu momentos de terror, aflição e medo de morrer baleado” Antes de chegar na portaria me deparei com os bandidos fortemente armados, eles me abordaram fizeram descer do carro e tirar a camisa, me colocaram junto com mais uns 15 reféns formando uma barreira humana na porta da mineração, teve bandido que tentou roubar a minha aliança mas logo em seguida outros fizeram devolver, pois disse que não queriam nada da gente, o clima apavorou quando a polícia chegou, que começou a troca de tiro, pois nós eramos a barreira deles estávamos flexíveis a tomar um tiro a qualquer momento, foi Jesus que nos livrou da pior, logo após eles saíram com os outros reféns que foram soltos no Poço Grande, eles só não me levaram porque me joguei no chão e fiquei la quieto, passamos momentos horríveis, mas graças a Deus deu tudo certo, só ficou o trauma” relatou o jovem, que por questão de segurança não quis ter a sua identidade revelada.

Alguns veículos foram recuperados, no entanto nenhum assaltante, ainda, foi localizado. As guarnições continuam nas buscas.

Fonte: Com informações Aragão Notícias

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