Armas recolhidas pelo TJBA são inutilizadas no Quartel do Exército, em Alagoinhas.

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A ação é realizada em virtude de um acordo de cooperação técnica firmado em novembro deste ano, entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Exército Brasileiro, com o objetivo de destruir todo armamento disponível em depósito judicial dos Tribunais de Justiça de todo Brasil antes do próximo recesso judiciário.
A AMP espera recolher cerca de mil armas nas comarcas da região da Costa do Descobrimento até a próxima terça-feira (19), e está realizando um recolhimento extra nas comarcas da Região Metropolitana de Salvador e de Feira de Santana.

O termo assinado pela Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, Ministra Cármen Lúcia, e pelo Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, está de acordo com a Resolução 123. A norma do CNJ determina que as cortes encaminhem, ao menos duas vezes ao ano, armas de fogo e munições apreendidas ao Exército para destruição.

O TJBA fechará o ano de 2017 com 7.833 armas destruídas. Em 2016, esse número foi de 7.410.

Texto: Ascom TJBA

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