Argentina – Submarino desaparecido está em fase “crítica” de oxigênio

O porta-voz da Marinha da Argentina, capitão Enrique Balbi, fala sobre os trabalhos de busca ao submarino desaparecido há uma semanaEFE/David Fernández/Direitos Reservados

Equipes de busca argentinas contam com o apoio de militares norte-americanos nesta terça-feira (21) em uma fase crítica da busca pelo submarino ARA San Juan, desaparecido há seis dias, desde o dia 15 de novembro.

A Marinha da Argentina afirma que a embarcação, com 44 tripulantes a bordo, possui capacidade para armazenar oxigênio e se manter submerso por sete dias no total, segundo informações da agência alemã Deutsche Welle.

A imprensa argentina definiu os esforços de busca do submarino como “sem precedentes” no país. De acordo com o jornal argentino “Clarín”, quatro embarcações submergíveis pertencentes à Marina dos EUA, pilotadas por controle remoto, foram colocadas em ação.
A Fragata Rademaker, pertencente à Marinha do Brasil, também foi deslocada para as buscas na Patagônia, segundo o Ministério da Defesa argentino.

Nesta terça, as condições climáticas melhoraram em relação aos dias anteriores na área de busca. Os meteorologistas esperavam ondas de cerca de 2 metros na região, muito inferiores às de 8 metros registradas no final de semana.

Pistas falsas

Na noite de segunda-feira, o porta-voz da Marinha afirmou que o ruído detectado na zona de busca do submarino ARA San Juan não era proveniente da embarcação desaparecida.
O ruído havia sido registrado por dois navios argentinos e bóias especiais lançadas por um avião americano. Gravado, foi analisado por especialistas em terra. Balbi já havia alertado antes mesmo de sair o resultado que não queria alimentar “falsas expectativas”.
Mais cedo, a Marinha argentina havia detalhado que as sete chamadas de satélite detectadas no último sábado (18), não foram feitas pelo submarino, como se acreditava inicialmente.
Por G1

Deixe uma resposta